ME DEIXO FICAR!
Quando o sol acena bate em mim,diz valer a pena ser assim,que no fundo é simples ser feliz...
Wednesday, August 20, 2014
Adeus. Porquê eu sei que é amor!
Monday, April 23, 2012
Monday, April 16, 2012

EU SEI QUE AMOR.
Pois é, depois de tanto tempo você voltou.
Depois de sair da minha cabeça, deve ter percorrido o mundo.
Outras mentes, outros bares, outros abraços e sorrisos.
Depois de com certeza ter sentido outros amores...Você voltou.
Cheguei a achar também que tivesse ido embora do meu coração.
Mas não, no coração você acabou comprando um terreno.
Trouxe material de construção - tijolinhos de amor.
Cimento - compreensão, Pedregulhos – sorrisos.
Uma casa linda, um lar você construiu - Carinho e atenção, sinceridade e amizade.
Eu sei que é amor, continuar negando seria burrice.
Mesmo longe, o que foi vivido ainda promove belas mudanças.
Só você quis me enxergar da maneira que eu nunca consegui mostrar.
Carinho – Palavras – Olhares – Sorrisos – Compreensão – Amizade – Tudo.
Literalmente tudo transformou meu ser, e minha maneira de ver o mundo.
Como o melhor dia da vida de uma criança que tomou sorvete e foi ao parque com os avós.
Como o melhor dia da vida de uma adolescente que recebe um bilhetinho de amor.
Você foi melhor que o primeiro beijo, melhor que o primeiro amor...
Porque você soube tornar-se o único amor pra todos os dias.
Depois de tudo isso, só por tudo depois disso, eu sei que amor.
(Por: Ana Paula Ribeiro Alves)
Sunday, January 08, 2012

Prometo
Prometo “de ontem em diante” procurar a magia que você chegou a afirmava que havia... em mim. Prometo entrar na busca das minhas dores e quando encontrá-las perguntarei, questionarei cada uma delas, até que entender seja possível e assim elas permitam-me enxergar e aceitar cada parte de mim que é capaz de realizar a mudança, trazer de volta todo o brilho que um dia eu vi em meus olhos, estando ao seu lado. Toda a capacidade que eu senti dentro de mim, estando ao seu lado. Tudo que melhor em mim eu provei estando ao seu lado.
Prometo lembrar as suas palavras, prometo lembrar os seus abraços, e o seu olhar para me manter acreditando. Prometo lembrar que foi você quem me ensinou. Prometo esquecer quando necessário que acreditei por você. Prometo esquecer você quando eu conseguir abrir as minhas próprias portas.
Prometo não mais justificar meus medos em minhas escolhas passadas, erradas. Prometo enfrentar os desafios com a disposição e a certeza de perder, e sofrer. Mas prometo também fazer sempre o possível para cativar as pessoas certas, que estarão ao meu lado pra esses momentos. Prometo ser de ontem em diante minha melhor companhia, para que eu jamais me sinta sozinha não estando ao seu lado.
Prometo chorar a cada vez que vejo seus olhos na minha memória, toda vez que lembro do seu coração forte batendo pertinho do meu. E peço que me permita que assim seja, permita que eu fique com você aqui dentro, porque sei que ao meu lado nunca mais o terei.
Prometo colocar a mão na caixinha do meu coração e procurar pelas rosas, furar minhas mãos com os espinhos será inevitável. E pelo tempo que se passou os arbustos estarão maiores e provavelmente escondendo minhas lindas rosas. Mas eu não agüento mais viver nesse mundo sem elas. Sem a beleza e sem o perfume que elas me reservam. Eu prometo pega-las.
Prometo deixar você quietinho ai no seu mundo, que já é tão cheio de mundos, tão cheio de magia e de rosas. Mas esse seu mundo é tão lindo, e você encanta por querer dividir a vontade de ter rosas... você encanta por trazer para o nosso mundo não as suas rosas, mas a nossas rosas.
Prometo fazer desse ano o meu ano. O ano 1 após ter você comigo. Prometo não ter medo do quanto esse ano vai mudar minha vida, e do esforço, e do cansaço, e da solidão! Prometo te contar tudo, tudo , tudinho, pra que um dia você entenda o que sua existência causou na terra!
Prometo permanecer te amando!
Goiânia 09/01/2012. Ana Paula Ribeiro Alves
Sunday, October 23, 2011

Wednesday, September 28, 2011

Diário de Bordo 28/09/2011
Ai que dia complicado. Muita informação, muita coisas a refletir. Encarar – amargar – e enfim tirar o aprendizado. Mais ou menos nessa seqüência.
P.S: Coloquei Elephant Gun – Beirut . Incrível como é só começar a tocar que o botão da memória é acionado e a emoção vem a tona. Estou com muitas saudades de vocês. #fato.
Hoje eu amarguei. Vamos lá. Li e reli o comentário técnico do Dom Gentileza Rafael Barreiros; primeiro fiquei triste, não é legal receber a notícia que perdemos um presentão certo? Ninguém comemora isso. Perder a chance de enxergar o presente mexeu comigo. Me transportei lá pro auditório da UNIC – Pantanal e me vi no picadeiro. No começo eu fiquei intrigada porque ainda não estava conseguindo ver de que jeito o problema poderia ser o meu presente. Mas com o passar das horas eu fui refletindo, associando o aprendizado no curso, uma palestra que eu ouvi essa semana sobre orgulho e humildade, e outra sobre defeitos e virtudes.
E acho que consegui. Admito – estive cega pelo orgulho. Pra mim o primeiro picadeiro – free hugs – tinha sido tão maravilhoso, produtivo , SUPER, que reconhecer o obstáculo no qual tinha tropeçado foi difícil. Mas então tá bom, eu finalmente consegui ver o presentão que eu perdi, reconheci sinceramente que era uma oportunidade e tanto para explorar, um campo fértil onde eu poderia ter exercitado várias lições aprendidas no curso, mas e aí, o que fazer depois disso, o que fazer agora? A sensação era parecida, eu acho, com a de quando a gente cai no meio da sala de aula, lotada de aluno, com alguns conhecidos mas um monte que a gente não conhece, sabe? Aquela coisa de não saber o que fazer quando ainda estamos lá no chão, medo de enfrentar os olhares, de levantar. Isso que eu senti quando vi o erro.
Tá, mas não desisti de pensar sobre o assunto. A noite as coisas clarearam um pouco na minha cabeça. Não era ainda um dia de sol radiante, sem nuvens no céu, mas já estava bem mais iluminado.
Vamos lá agora falar sobre o que eu encontrei de resposta na minha cacholinha sobre o ocorrido. Creio que fui pronta demais pro jogo. Inconscientemente, acho eu, me armei de coisas prontas pra poder não chegar sem saber o que fazer, mas eu devia ter ido totalmente disponível, comprado o risco e só. Aí eu acho que foi o grande truque, a armadilha que eu criei e que eu mesma caí. Eu fui “pronta”, e assim não reparei o presente, passei batida por ele. É de fato era isso, eu subi PRONTA demais no picadeiro, e não tive o teacher lá pra me mandar virar, geral mais energia, brilhar mais o olhar e então voltar pro jogo.
Mas agora eu estou melhor psicologicamente, com o diagnóstico feito fica mais fácil escolher a conduta propedêutica e terapêutica – aff... misturei um pouquinho das matérias – enfim, defeito identificado fica mais tranqüilo saber qual a virtude preciso desenvolver. Fiz então uma retrospectiva do picadeiro dos melhores companheiros do mundo, do que eu consegui lembrar das falas do Dr. Gentileza e toda a experiência. Recordar é viver.
Fica a dica pra que da próxima vez eu faça essa retrospectiva, gere mais energia e possa me despir de todos os modelos prontos, pra ver se me entrego pro jogo, e enfim enxergue pelo caleidoscópio clown.
E veja só que interessante meu horóscopo do dia no facebook:
“- Você pode aprender algo interessante hoje durante uma brincadeira infantil. Você pode estar brincando de esconde-esconde quando tropeçar em algo interessante em sua garagem. Terá que deixar de lado algumas brincadeiras pra resolver um antigo problema...” .
Sunday, September 25, 2011
Boa noite. Os domingos. Já que é pra ser nostálgico faremos isso com coisas boas. Ontem foi o dia tão desejado, nossa primeira atuação como CLOWNs. Chegamos à sala 104 B já passavam das 10:30h da manhã. Nossos celulares TIM não tinham serviço e estavamos incomunicáveis com os outros componentes do grupo, nós seriamos: Igor, eu , Fernanda, Emanuelle, e Carol.Várias coisas iam encaminhando para que não acontecesse . Mas não nos precipitamos e então seguimos para a praça, maquiados, atrasados, mas cheios de vontade.
Ao chegarmos lá, amargamos. Onde estavam todos. Era pra praça estar lotada, por conta do evento social que estava sendo realizado lá, mas encontramos o que geralmente se vê no fim de festas - lixo, poucas pessoas e peças sendo desmontadas. Por um momento achamos que não ia rolar. Mas quando o Igor chegou e colocou o nariz dele, escondidinho na cabine telefônica e entrou no estado máximo de energia e comprou o risco, foi inevitável. Geramos a nossa energia e também compramos o risco. Fizemos nosso ritual individual e subimos a máscara. Começamos a escrever os cartazes e fomos pro picadeiro.
No começo eu e algumas das meninas encontramos um menino muito estranho, eu ofereci um abraço e ele rejeitou alegando não querer um abraço que era de todo mundo, que não queria porque não sabia quantas pessoas eu já teria abraçado hoje. Ok. Confesso que pelo desdém dele eu nem cheguei a amargar direito, foi estranho. Dae ele começou a vir com um papo estranho de que ele tinha um desafio, começou a falar umas coisas nada a ver pra gente, que ele queria ver quem de nós ia conseguir abraçar mais pessoas até o final da atividade. Minha vontade era de olhar pra cara dele como quem diz: - Ahhhhhh, meu bem, look at my face (risos). Mas, eu tava ali por um motivo melhor e bemmmmmmmm mais interessante que sair por ai apostando com uma pessoa que nem de abraço gosta. Peguei e sai de perto, fui pra frente com a Manu e mais a Lady brigadeiro, eu acho. E a partir daquele momento eu pude experimentar um mix de sensações e de situações.
Um senhor mais velho veio na minha direção me dizer para abraçá-lo, porque ele também era ser humano, e merecia como todo mundo, foi a segunda pessoa que eu abracei se não me engano, antes eu tinha abraçado uma mulher que estava sentada. E eu olhei pra ele, bemmmm no fundo, e eu disse: - Mas é com muita vontade que eu lhe peço um abraço. E então ele sorriu e me deu um abraço meio sem jeito logo querendo soltar, e eu segurei por mais um tempo, dando um abraço de jeito (risos). Quando nos soltamos ele sorria de um jeito tão bunitinho, que eu pude perceber o quanto precisamos abraçar mais a TODOS.
Outro momento que me marcou muito bem foi quando fui abraçar um pessoal que estava vendendo alguma coisa num carrinho, estavam perto de um orelhão, sentados. Depois de abraçá-los um dos homens veio me perguntar de onde éramos e por que estávamos ali. Eu expliquei que éramos alunos da UNIC, de medicina, e estávamos fazendo o “ ABRAÇO GRÁTIS” como parte prática do curso de PALHAÇOTERAPIA. Ele me surpreendeu dizendo que o que nós fazíamos era AMORTERAPIA, e que palhaçoterapia não combinava conosco, porque nós não estávamos ali tirando sarro ou sendo inconvenientes, nós estávamos distribuindo amor. Que precisávamos fazer isso mais vezes, porque o mundo precisa de amor e não de palhaços – ou ele disse-me algo bem parecido com isso. Nossa, fiquei sem palavras na hora. Feliz demais por saber que estávamos no caminho certo, estávamos conseguindo sensibilizar o nosso publico, mas eu tive um pouco de medo por conta da visão que todos temos do palhaço, e digo temos, porque eu também precisei reconsiderar o conceito – palhaço – que eu sempre tive, e que o Mestre Gentileza nos explicou bem. Então eu comecei agradecendo a ele, por ter feito essa ressalva sobre nosso carinho e nossa importância ali no trabalho, e disse que éramos palhaços simples e diferentes nos nossos objetivos, disse que estávamos justamente mostrando o quanto – palhaços – sabem amar e ser amados. Não sei o quanto eu mudei o conceito dele sobre todos os palhaços, mas acho que ele percebeu que nós – palhaçoterapêutas – viemos pra fazer a diferença.
Enfim... foi uma experiência maravilhosa, não senti ressalvas com relação a minha roupa, meus ajeitados eram bemmmm eventuais, só quando meu vestido já estava lá no chão. Tomei o cuidado de saber manter o espaço do outro, até porque algumas crianças bem pequenas tiveram medo, e eu soube conversar com a mãe pra que não insistissem. Mas teve uma baby de colo, que se agitou toda quando eu abracei os irmãos dela, e ria e pulava, não tive como não me sentir muito feliz ao vê-la sorrir, sem dentes sem medo da maquiagem, nem nada! O pessoal que passava na rua foi muito receptivo, mais do que eu pude imaginar, as mães achavam que eu iria abraças só aos seus filhos, mas eu levantada e ia lhes abraçar, e elas riam. Foi uma delícia. Foi um ótimo inicio com certeza.
A noite eu fui num aniversário, e várias pessoas da faculdade que estavam lá comentaram das fotos que tinham visto no facebook do free hugs. E uma menina veio me dizer que queria muito ter feito o curso, mas não tinha dado pra ela encaixar na agenda dela dessa vez, então ela me disse que não sabia como teria sido pra ela, porque ficou pensando como abraçar “as pessoas fedidas” – palavras dela. E eu refleti. Não me recordei de sentir esse receio, nem mesmo de sentir mau cheiro em ninguém que eu abracei, talvez não estivessem perfumadas ou até estivessem mesmo mal cheirosas, mas não percebi, estive tão envolvida no clima do trabalho que não PERCEBI nisso. E foi muito legal porque eu me lembrei do quanto nós frisávamos isso nos nossos diários, e o quanto o gentileza fez questão de nos dizer no começo do curso que se nós não nos considerássemos os melhores, não ia existir confiança, não íamos nos sentir confortáveis, e que precisávamos acreditar e frisar nossas qualidades. Acho que foi mais ou menos isso que aconteceu, não estávamos ali pra julgar a roupa, o cheiro ou qualquer outra coisa, estávamos querendo ser os melhores “abraçadores” do mundo, quiçá do universo. Bom não sei se minha reflexão foi a mais correta a cerca do nosso trabalho, mas pra mim foi isso. Pra mim foi imprescindível confiar em vocês, estar com vocês. Vocês são mesmo, sem dúvida alguma, os melhores companheiros do mundo. Obrigada!
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