Tuesday, June 16, 2009



Eu to aprendendo que nada é mais sutil que a vida!
Valorizarei todos e tudo da maneira que tiver que ser, nem mais , nem menos. Irei ao mercado comprar pão com roupa de ir ao mercado comprar pão! Irei rir das piadas quando estas me forem engraçadas, e irei abraçar quando eu sentir que há vontade de abraçar. Vou sentir felicidades e guardar cada momento numa caixinha mágica, e não vou lamentar se amanha eu sentir também um pouco de tristeza, porque sei que todo sentimento passa!
A angustia, a alegria, a dor. Tudo o que no mundo for sentimento é passageiro. E essa é a grande charada para ser feliz. Não dar um valor maior aos sentimentos, saber entender quando a poeira abaixar!
O desespero que sinto agora me faz pensar coisas e me da opções que feliz eu não teria! Então é mais simples deixar passar e aprender aproveitar cada momento. Assim também são as pessoas. Vem e vão, e nem por isso são menos importantes!

Não ser passivo, inexpressível ou apáticos. Vamos ser Tudo ... e ser nada. Vamos ser sim, esperando um não, e sofrer cada tombo, e esperar cada amanhecer. Vamos celebrar as estrelas nem deixar de pensar no fim do mundo!

Texto By: Ana Paula Alves

Saturday, May 30, 2009


Difícil saber ... qual parte de mim sente essa angústia, qual sente essa vontade louca de fazer acontecer tudo o que for possível. Tudo o que está guardado numa caixinha de brinquedos dentro da minha memória, onde tudo pode ser mágico, colorido, alegre e sempre, sempre pode tornar-se real, parece não aguentar mais me ver assim! Dentro dessa caixinha nada tem de obedecer à gravidade, cada pensamento e cada sentimento apenas entende o que é melhor individualmente e age partindo desse principio.

Por fora ela não mede mais que uns vinte centímetros em cada um de seus lados, por dentro as distancias não se mensuram, e o menor trajeto entre dois pontos é o comprimento de toda a sua vontade. Como já mencionei a gravidade apenas mostra um jeito melhor de se prender quando necessário for, mas todos possuem o direito de decidir qual o caminho mais adequado para se manter vivo. O respeito é automático, como entender que temos a sede e a fome, a liberdade é compreendida quando reparada a natureza de uma escolha, e não a escolha da natureza humana.

A ciência lá dentro faz incríveis avanços, o riso é a terapia da moda, a luz o melhor alimento e todos lá sabem que devem tomar banho de chuva, pelo menos uma vez na vida, durante o verão, em outras ocasiões podem esconder-se nos guarda-chuvas solícitos em ajudar. O sol brilha todos os dias, mas nada impede a lua de lhe fazer companhia, quando as flores precisão descansar elas simplesmente relaxam à beira mar e tomam um bronze. Quando os animais precisam dormir eles apenas, dormem. Quando precisam de algo que ainda não o possuem, o que raramente acontece, tudo se reuni e doam um pouquinho de sua melhor essência, e de repente surge um novo membro neste mágico mundo.

O mais incrível não é a falta de obstáculos, confusões, tropeços ou perdas, a beleza daquele mundo está na maneira como agem diante de tudo o que acontece. É comovente ver a compreensão, o choro, a mão estendida a cada queda. Não menos inspirador é ver a maleabilidade com que levam a sutil vida dentro da caixa, tudo se completa, nada se joga fora ou se incapacita. Crêem antes de tudo na potencialidade de cada célula que ali está desempenhando sua função, fazem de tudo para que a harmonia liberte, e até me entendem quando digo que é esmagador saber que não podem percorrer o resto do meu corpo, como fazem com minha alma. Entendem o meu discurso cego, hipócrita, agarrado no mais ridículo senso de limitação que pode haver, mas sabem que um dia esse pano irá sair de meus olhos, colocado e tirado pelas minhas próprias mãos, e então estarão prontos e aptos a me iluminar com toda a luminescência capaz de existir.

Bebo cada gota de orvalho que pinga da caixa ao amanhecer, buscando sorver do ínfimo liquido toda a amabilidade prevista. O pouco que me permito reacende a chama da criatividade e do senso lúdico capaz de manter viva a crença de que esse mundo me faz ter os melhores momentos de minha vida, e que quando eu quiser mais é só crer mais!


TExto: Ana Paula Alves

P.S.: Qualquer semelhança com o filme " A loja mágica de brinquedos" não é mero acaso, ok? Eu realmente me inspirei naquele cubo de madeira que não era só um cubo de madeira. Mas em nenhum momento eu copiei trechos do filme ou falas... ou ideias... nada! Bom, então é isso!


Saturday, May 23, 2009





*Que lindo dia – pensei logo quando acordei.

Sem saber o dia da semana, o mês, ou mesmo em que ano estava,

A única coisa que eu queria era reverenciar aquela linda manhã.

Da janela conseguia sentir a umidade nas folhas, na terra...

Era capaz de sentir o arrepio do vento frio, fazia o vidro tremer.

As nuvens carregadas me traziam a segurança da chuva, prestes a cair sobre a telha.

O quarto era meu melhor instrumento para manter a sanidade,

Perder-me no caminho do tempo é uma rotina insuperável.

Encostei-me no travesseiro e olhando os animais se esconderem, eu gastei mais uma hora.

Longe de tudo e qualquer ser humano o isolamento fertilizava a criatividade.

Agradeci pela simples chance de poder ver a beleza à minha frente e pus-me de pé!

Tinta, querosene, pincel e cavalete esperavam-me ansiosos para mais um dia de “viver a vida plenamente”! *


Eu gostaria muito de poder fazer dessa a minha realidade, mas com certeza assim não a que vivo hoje. Quem sabe mais tarde, quando a coragem de fazer aquilo que me dá prazer e me traz felicidade for maior que o desejo de ser alguém normalmente normal, eu consiga dedicar-me a pintura e à linda versatilidade da natureza!

=*


Texto By: Ana Paula Alves

Imagem: Chagall - "Paris pela janela" - 1913:


Saturday, May 09, 2009



Rá....

Engraçado, são 04:35 da manha e eu to acordada? Nenhuma novidade não é?!


Mas fato é que eu já dormi!


Estava eu lindamente na casa na N. P., juntamente com o B. L. assistindo filme, com uma super discussão interna, sabe – eu/comigo/mesma – quando de repente acordo, estou deitada ao lado de B.L., vestido claro, olho no relógio e descubro que são 4h da madrugada.


Deixamos a casa de N.P., B.L. e eu, e fomos para nossas respectivas casas. E sinto informar que agora eu estou aqui, atualizando meu blog.

Enfim, nada mais justo que eu mencionar que foi muito animada minha noite de sexta feira, como puderam perceber.


Ah! O bebe da minha prima C.B. nasceu, o J.F., nasceu dia 08/05/2009. Não sei a hora, nem vi a criança ainda, mas me disseram que é lindo. Parabéns prima, espero que vocês sejam uma família muito feliz.

Ahm... To com saudade de uma amiga que está meio sumida. Ela é um pouco do meu sol, e então eu gostaria que ela voltasse logo a aparecer com seu nick doido no meu msn! Ok....querida Alice – seu nome eu escrevo por completo que pra evoca-la. Amiga volta, seja lá onde você estiver, volta!


Bom é isso. Eu espero que não tenha sobrado nada a ser mencionado, mas se tiver não será nenhuma artéria perfura, pois eu posso escrever quando eu precisar e o quanto eu quiser. A-D-O-R-O.



Kisses



By: Ana Paula Alves

Thursday, May 07, 2009


O efeito mais lindo da bebida alcoólica é a coragem, não a coragem de fazer coisas que quando sóbrio teríamos vergonha. Coragem de mostrar a nós mesmo o que tentamos esconder dia a dia. Força pra se ouvir dizer que ama alguém, que não feliz, ou que se é feliz demais! A desgraça vem quando deixamos o efeito passar e nos trancamos de volta
Trancamos-nos em arredores da normalidade, da tradição e do ceticismo.

Sempre que se diz que entorpecido faz-se o impossível, não necessariamente dizemos dos alcoólatras. Mães desesperadas de emoção, filhos loucamente emocionados com alguma conquista. A destilação de uma bebida em nosso sangue provoca apenas mais uma dessas sensações capazes de nos perfazer, de nos dar a noção de uma realidade não limitada.

Fato é que sofremos as conseqüências. Sejam dores físicas de esforço materno, seja a destruição de objetos desvalidos, seja uma enxaqueca, ou mesmo um mal estar astronômico que devasta o ser humano durante um dia inteiro.

Posso não lembrar de algumas palavras, posso até me arrepender de ter batido em alguém, mas jamais me arrependerei de ter dito por ai que te amo. Jamais. E só não me orgulho mais pelo fator “emoção” do qual eu estava embriaga. Disser a ti não seria mais que um risco de perder sua amizade, mais que um risco em perder sua companhia, suas palavras, suas brincadeiras e seus sorrisos. É um preço alto demais pra me arriscar a deixá-lo saber de tudo.

Mas eu continuo FELIZ, as coisas no meu caminho têm um significado especial e todo o resto com você me deixa feliz. Minha família me faz feliz, minhas conquistas me fazem feliz, os momentos com meus amigos são os mais incríveis e eu jamais irei reclamar de qualquer coisa só por você não saber dos meus “secretos” sentimentos. Você existir me faz feliz, e esse sentimento pra mim é o melhor de tudo!

Continuo a viver, a caminhar com o pé na estrada das reflexões, a diferença é que agora eu visto as roupas da alegria e uso o perfume da simplicidade, eu busco apenas aprender e ser mais do que a minuto atrás!

By: Ana Paula ALves

Monday, May 04, 2009


Olá.

Prazer meu nome é Ana Paula Alves. Seja bem vindo a esse mundo virtual que representa um pouquinho do que eu sou, e um pouquinho do que eu quero ser. Nada de palavras sofridas, ou de sentimentos de dor, apenas um diário virtual de uma jovem mulher em busca do melhor.

Com 21 anos conquistei muitas coisas e quero dar o máximo valor a tudo o que me trouxe até aqui. Nasci nesse país que aprendo a amar e a aceitar, nasci em Ji-Paraná – RO e moro em Cuiabá – MT. Amo morar aqui e ter as pessoas maravilhosas que conheço por perto, apesar de achar que eu seria mais feliz num lugar frio e chuvoso. Curso o segundo ano da faculdade de Medicina, está sendo bem interessante o meu dia-a-dia nesse curso surpreendente.

Há pouco tempo eu fiz uma cirurgia bariátrica – redução do estômago – e estou aprendendo a valorizar toda a mudança que tem ocorrido não apenas no meu corpo, mas também no meu psicológico. Com o acompanhamento de uma psicóloga busco auxílio para manter sempre o meu foco – grande dificuldade – e para nunca me esquecer de tudo o que já passei.

Tenho a estranha mania de querer sorrir sempre, de ser sociável e de fazer as pessoas a minha volta feliz. Portanto não faria sentido continuar só com meu blog “depressivo”, então podem ter certeza que vão encontrar um astral melhor neste novo web diário. Não prometo que serão flores todos os dias, mas com certeza teremos uma boa comédia na maioria das vezes.

Ok, então aqui estamos no primeiro encontro. Não que tenhamos que dar um basta no quinto, certo só vai entender quem viu – Eu odeio o dia dos Namorados -, poderemos nos encontrar quando você decidir vir aqui dar uma espiadela. Jamais nos esqueçamos de todos os nossos esforços pra chegar até onde chegamos, e de que podemos continuar a subir os degraus da longa escada, minuto a minuto, dia a dia, por mais doloroso que seja levantar a perna, ou por mais tentador que seja permanecer sentado na beirada dela.

Here we GO...

Good Bye!